06 Aug
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Rajapalayam
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O que fazÁreasFormaçãoHabilidadesCarreiraSalárioMercadoMitos & VerdadesDepoimentosFAQFontes O que faz um(a) Economista Principais responsabilidades Analisar indicadores macroeconômicos (inflação, câmbio, juros, PIB) e elaborar relatórios de conjuntura
Desenvolver modelos econométricos e projeções de cenários
Elaborar estudos de viabilidade econômico-financeira de projetos
Assessorar na formulação de políticas públicas e estratégias corporativas
Acompanhar legislação econômica, tributária e regulatória
Gerir riscos de mercado, crédito e liquidez em instituições financeiras Entregáveis típicos Relatórios de conjuntura e análise macroeconômicaModelos e projeções econométricasEstudos de viabilidade econômico-financeiraPareceres e laudos econômicosPlanos de negócios e planejamento orçamentárioNotas técnicas para políticas públicas Áreas de atuação e setores Política Monetária e FiscalAnálise de Conjuntura EconômicaFinanças e Mercado de CapitaisPlanejamento Estratégico CorporativoPesquisa Econômica AplicadaComércio Exterior e Relações InternacionaisGestão de Risco e Análise de CenáriosRegulação e Políticas PúblicasConsultoria Econômica e de Viabilidade Onde se trabalha Sistema Financeiro Nacional (bancos, corretoras, asset managers)Administração Pública (Banco Central, Ministérios, Tesouro Nacional)Empresas Privadas (planejamento, orçamento, análise de mercado)Consultorias e Think TanksPesquisa e Academia Formação e requisitos Graduação Bacharelado em Ciências Econômicas (Economia) Duração 4 anos Modalidade Presencial e EAD; estágio supervisionado obrigatório conforme diretrizes curriculares do MEC/CNE. Exigência legal Registro obrigatório no Conselho Regional de Economia (CORECON) para exercer a profissão. Exige diploma de bacharel em Ciências Econômicas reconhecido pelo MEC, conforme a Lei nº 1.411/1951 e o Decreto nº 31.794/1952.
Certificações relevantes CFA — Chartered Financial Analyst
CFA InstituteAlta
CFP — Certified Financial Planner
CFP Board / PLANEJAR (Brasil)Alta
Especialização em Economia Aplicada / Finanças
FGV / Insper / USPAlta
Certificação em Análise de Dados com Python/R
Datacamp / Coursera / UdemyMédia Habilidades essenciais Técnicas Econometria e modelagem quantitativa
Análise macroeconômica
Finanças corporativas e mercado de capitais
Estatística aplicada e análise de dados
Elaboração de estudos de viabilidade
Comércio exterior e câmbio Comportamentais Pensamento analítico e crítico
Comunicação escrita e oral para públicos técnicos e não técnicos
Capacidade de síntese e argumentação
Ética profissional e sigilo
Gestão de prazos em cenários de alta volatilidade Ferramentas R e Python
Excel avançado e Power BI
Stata / EViews
Bloomberg / Reuters Eikon
SIDRA/IBGE, SGS/Banco Central
SIAFI/SIOPE Trajetória de carreira 1 Jr Júnior 0–2 anos Coleta e tratamento de dados, elaboração de relatórios de conjuntura supervisionados 2 Pl Pleno 2–5 anos Modelos econométricos autônomos, projeções de cenários e assessoria a gestores 3 Sr Sênior 5–10 anos Coordenação de estudos complexos, interlocução com clientes/governo, nicho especializado 4 Lead Gerente/Chefe Econômico 10+ anos Direção de equipes, definição de metodologia, representação institucional JúniorPlenoSêniorGerente/Diretor Mercado Financeiro Análise econômica → Research de investimentos → Estrategista-chefe
Gestão de risco → Risk Manager → CRO
Tesouraria bancária → Trader/Desk Head Setor Público e Regulação Analista em órgão público (Banco Central, BNDES, IPEA) → Especialista → Coordenador
Concurso para carreira de Estado (Auditor-Fiscal, AFRE, Analista de Planejamento)
Formulação de políticas públicas → Assessoria ministerial Consultoria e Academia Consultor Júnior → Sênior → Sócio em consultoria econômica
Pós-graduação (Mestrado/Doutorado)
→ Pesquisador → Docente universitário
Think tank e organismos internacionais (FMI, BID, Banco Mundial) Quanto ganha um(a) Economista Nível Salário médio (mês) Experiência Júnior R$ 3.299 Estimado pelo percentil 25 (CAGED) Pleno R$ 4.302 Estimado pela mediana (CAGED) Sênior R$ 9.183 Estimado pelo percentil 90 (CAGED) Média geral: R$ 5.583/mês Fonte: Novo CAGED / Ministério do Trabalho e Emprego (microdados)
Coleta: 2026-04
Médias salariais de admissão (salário de contratação), 2025-06 a 2026-04.
Valores ponderados por nº de registros; faixas estimadas por percentis.
Familia economista Evolução salarial por estado (últimos 11 meses) R$ 5k R$ 7k R$ 9k R$ 11k jun/25 nov/25 abr/26 SPRJMGRSPR Mercado e tendências Crescimento anual Crescimento moderado, impulsionado pela expansão do mercado financeiro, agenda ESG e digitalização da economia Vagas ativas Demanda consistente no setor financeiro, consultorias e órgãos públicos; aquecida em análise de dados econômicos Tendência salarial 7.4%(2025-06→2026-04)
Demanda crescente por economistas com competências em ciência de dados e modelagem quantitativa no setor financeiro
Expansão da agenda ESG e de finanças sustentáveis cria novas frentes de atuação em análise de impacto econômico-ambiental
Mercado de capitais brasileiro em expansão (B3) eleva a procura por analistas de research e gestores de risco
Setor público continua absorvendo economistas via concurso em órgãos como Banco Central, BNDES, Receita Federal e IPEA Tendências para os próximos anos Crescimento da demanda por economistas com domínio em ciência de dados e inteligência artificial aplicada à análise econômica Expansão da agenda ESG e de finanças climáticas cria novas especialidades em impacto econômico-ambiental Mercado de capitais e fintechs ampliam oportunidades em research, gestão de risco e estruturação de produtos financeiros Concursos públicos para carreiras de Estado (Banco Central, Receita Federal, BNDES) mantêm alta competitividade e remuneração atrativa Organismos internacionais (FMI, BID, Banco Mundial) demandam crescentemente economistas brasileiros com pós-graduação no exterior Mitos e verdades Mito Economista só trabalha no governo ou em banco A profissão abrange consultoria empresarial, comércio exterior, setor de energia, agronegócio, startups e academia, entre outras frentes igualmente relevantes. Mito Economista e Administrador fazem a mesma coisa O economista foca em análise e modelagem de fenômenos econômicos e elaboração de políticas; o administrador foca na gestão e operação de organizações. As carreiras se complementam, mas têm escopos distintos.
Verdade O registro no CORECON é obrigatório para exercer a profissão A Lei nº 1.411/1951 exige registro no Conselho Regional de Economia (CORECON) do estado de atuação como requisito para o exercício legal da profissão. Mito Economia é um curso puramente teórico, sem aplicação prática A formação inclui econometria, análise de dados, elaboração de projetos e estágio supervisionado, habilitando o profissional para aplicações diretas no mercado de trabalho. Como começar 1Concluir o bacharelado em Ciências Econômicas (4 anos) e registrar-se no CORECON do estado de atuação
2Escolher 1–2 áreas de foco (macro, finanças, setor público, comércio exterior) ainda na graduação
3Desenvolver projetos de análise econômica com dados públicos (IBGE, Banco Central) para construir portfólio
4Dominar pelo menos uma linguagem de análise de dados (Python ou R) além do Excel
5Buscar estágio em banco, consultoria ou órgão público para ganhar experiência prática
6Networking via CORECON (comissões temáticas) e associações como a ANPEC Quem já trabalha na área “Entrei no banco logo após me formar e registrar no CORECON-SP. O diferencial foi ter aprendido Python ainda na faculdade e ter um portfólio com análises de séries temporais do Banco Central. Hoje faço research de renda fixa e aprendo algo novo a cada semana.” Beatriz CarvalhoEconomista Júnior — Banco de Investimento São Paulo-SP “Passei pela academia (mestrado na UnB) antes de migrar para consultoria.
A formação quantitativa foi fundamental para estruturar modelos de impacto econômico para clientes do setor de infraestrutura. A profissão exige rigor, mas abre portas em praticamente todos os setores da economia.” Rodrigo MendesEconomista Sênior — Consultoria Econômica
Brasília-DF “Prestei concurso para a Secretaria de Fazenda do Paraná três anos após me formar. O registro no CORECON e o foco em finanças públicas durante a graduação foram decisivos. Hoje trabalho com análise de receita tributária e gosto muito da estabilidade e do impacto que o trabalho gera para a sociedade.” Camila SouzaAnalista Econômica — Secretaria de Fazenda
Curitiba-PR Perguntas frequentes O que faz um(a) Economista no dia a dia? Analisa indicadores econômicos (inflação, câmbio, juros, PIB), elabora relatórios de conjuntura, desenvolve modelos econométricos, elabora estudos de viabilidade de projetos e assessora gestores em decisões estratégicas.
O trabalho varia conforme o setor: no mercado financeiro, o foco é research e gestão de risco; no governo, políticas públicas e análise fiscal; em empresas, planejamento e orçamento. Quanto ganha um(a) Economista (início/média/sênior)? Pelos microdados do Novo CAGED/MTE (abril/2026): Júnior R$ 3.299 (percentil 25), Pleno R$ 4.302 (mediana) e Sênior R$ 9.183 (percentil 90).
A média geral é de R$ 5.549. Economistas em bancos de grande porte, no Banco Central ou em consultorias de primeira linha tendem a superar esses valores significativamente. O registro no CORECON é obrigatório?
Sim. A Lei nº 1.411, de 13 de Agosto de 1951, exige que o economista possua diploma de bacharel em Ciências Econômicas reconhecido pelo MEC e registro ativo no Conselho Regional de Economia (CORECON) do estado onde atua. Sem registro, o exercício da profissão é irregular.
Quais especializações e certificações são mais valorizadas? No mercado financeiro, certificações CFA (CFA Institute) e CFP são diferenciais relevantes. Para análise de dados, cursos avançados em Python, R e Econometria aplicada se destacam.
Pós-graduação em Finanças, Economia Aplicada ou Políticas Públicas (FGV, Insper, USP) amplia significativamente as oportunidades. Na área pública, concursos para carreiras de Estado (Banco Central, AFRE, EPPGG) exigem preparação específica. É possível trabalhar remotamente como Economista?
Sim, especialmente em análise econômica, research, consultoria e elaboração de relatórios. Funções voltadas a dados e modelagem têm alta aderência ao trabalho remoto ou híbrido. Cargos em bancos e órgãos públicos tendem a ser mais presenciais, mas o setor de consultoria e análise independente tem elevada flexibilidade de localização.
Fontes
Lei nº 1.411, de 13 de Agosto de 1951 — Regulamentação da Profissão de Economista
Decreto nº 31.794, de 17 de Novembro de 1952 — Regulamenta a Lei nº 1.411/1951
COFECON — Conselho Federal de Economia
CBO 2512-05 — Economista — Classificação Brasileira de Ocupações
Diretrizes Curriculares de Graduação — Portal MEC
Novo CAGED / Ministério do Trabalho e Emprego — Microdados Última revisão: 2026-06-02 Carreiras relacionadas Administrador(a)Contador(a)Atuário(a) Ainda na dúvida se essa é a sua profissão? Faça o teste vocacional gratuito →
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