06 Aug
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Rajapalayam
06 Aug
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O que fazÁreasFormaçãoHabilidadesCarreiraSalárioMercadoMitos & VerdadesDepoimentosFAQFontes O que faz um(a) Arquivista Principais responsabilidades Planejar e implantar sistemas de classificação e avaliação de documentos
Elaborar tabelas de temporalidade e planos de classificação documental
Garantir a preservação de documentos físicos e digitais (gestão de suportes, acondicionamento, controle ambiental)
Coordenar processos de digitalização e indexação de acervos
Assegurar o cumprimento da LAI (Lei n° 12.527/2011) e da LGPD (Lei n° 13.709/2018)
Elaborar normas, manuais e políticas de gestão documental institucional
Atender demandas de acesso à informação de cidadãos, pesquisadores e órgãos internos Entregáveis típicos Plano de Classificação de Documentos (PCD)Tabela de Temporalidade Documental (TTD)Relatórios de acervo e inventário documentalManual de gestão documentalProjetos de digitalização e preservação digitalPareceres sobre descarte e transferência de documentos Áreas de atuação e setores Gestão Documental CorporativaArquivos Públicos (federais, estaduais, municipais)Tribunais e Poder JudiciárioUniversidades e Institutos FederaisMuseus e Centros de DocumentaçãoPreservação e Conservação de AcervosDigitalização e Gestão de Documentos EletrônicosCompliance Documental e LGPD Onde se trabalha Administração Pública FederalAdministração Pública Estadual e MunicipalSetor Privado (gestão documental)Saúde (prontuários e registros hospitalares)Setor JurídicoEducação SuperiorCultura e Patrimônio Formação e requisitos Graduação Bacharelado em Arquivologia Duração 4 anos Modalidade Presencial (UFSM, UNIRIO e outras federais) e EAD (UNIASSELVI, UniCV, IERGS). Há 16 cursos superiores de Arquivologia em funcionamento no Brasil, distribuídos nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Exigência legal O exercício da profissão de Arquivista é regulamentado pela Lei n° 6.546/1978 e pelo Decreto n° 82.590/1978.
O registro profissional é realizado na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) do Ministério do Trabalho. Exige-se diploma de curso superior de Arquivologia reconhecido pelo MEC, ou comprovação de experiência mínima de 5 anos ininterruptos (ou 10 anos intercalados) em atividades arquivísticas. Não há conselho de classe regulador próprio: o órgão orientador do setor é o CONARQ (Conselho Nacional de Arquivos), de natureza governamental.
Certificações relevantes Especialização em Gestão de Documentos e Arquivos
UNIRIO / CONARQ (cursos parceiros)Alta
Certificação em Privacidade e Proteção de Dados (LGPD)
EXIN / IAPPAlta
Curso de Preservação Digital
Arquivo Nacional / plataformas EAD oficiaisMédia Habilidades essenciais Técnicas Teoria e prática arquivística (classificação, avaliação, descrição)
Gestão de documentos eletrônicos e sistemas GED/ECM
Normas de preservação e conservação de acervos
Legislação: LAI, LGPD, decreto de sigilo e normas do CONARQ
Elaboração de tabelas de temporalidade e planos de classificação
Digitalização e metadados (padrões Dublin Core, EAD, ISAD-G) Comportamentais Atenção a detalhes e precisão
Organização e senso de prioridade
Comunicação escrita clara
Discrição e ética no trato de informações sigilosas
Capacidade de trabalho autônomo e em equipe Ferramentas Sistemas GED/ECM
Archivematica
ICA-AtoM / AtoM
MS Excel / Google Sheets
Plataformas de digitalização
SEI (Sistema Eletrônico de Informações) — padrão no setor público federal Trajetória de carreira 1 Jr Júnior 0–3 anos Organização de acervos, catalogação e suporte à gestão documental 2 Pl Pleno 3–6 anos Coordenação de projetos de digitalização, elaboração de TTD e planos de classificação 3 Sr Sênior 6–12 anos Políticas institucionais de gestão documental, assessoria técnica e conformidade legal 4 Lead Gestor(a) / Coordenador(a) 12+ anos Direção de serviços arquivísticos, formulação de política arquivística e liderança de equipes JúniorPlenoSêniorGestor(a) Setor Público Estágio em arquivo federal/estadual → Arquivista concursado(a) → Coordenador(a) de Acervo → Diretor(a) de Arquivo
Especialização em gestão pública e preservação de patrimônio histórico Setor Privado / Consultor(a) Analista de gestão documental → Especialista GED/ECM → Consultor(a) independente
Foco em compliance documental, LGPD e transformação digital Quanto ganha um(a) Arquivista Nível Salário médio (mês) Experiência Júnior R$ 2.606 Até 3 anos de experiência Pleno R$ 3.600 3–6 anos de experiência Sênior R$ 4.800 Acima de 6 anos de experiência Média geral: R$ 3.400/mês Fonte: Salário.com.br — CBO 261305
Coleta: 2026-01
Portal Salário.com.br referencia faixa geral de R$ 3.928–3.933 para CBO 261305; faixas por senioridade são estimativas editoriais progressivas
Setor público (arquivos federais, estaduais, tribunais) pratica remuneração via concurso, em geral acima da média privada
Dados de senioridade detalhados requerem acesso pago ao portal; faixas acima são estimativas baseadas nas informações disponíveis Mercado e tendências Crescimento anual estável com crescimento moderado Vagas ativas demanda concentrada em concursos públicos e gestão documental corporativa Tendência salarial crescimento alinhado ao IPCA; setor público pratica remuneração acima da média privada Demanda crescente no setor público: tribunais, universidades federais e ministérios abrem concursos com frequência para Arquivista
LGPD e LAI ampliaram a relevância do arquivista no setor privado, especialmente em saúde, jurídico e financeiro
Transformação digital (GED, preservação digital, digitalização em massa) gera novas oportunidades e exige atualização contínua
Profissão com mercado estável, porém de menor volume de vagas em relação a outras áreas; diferencial está na especialização técnica e em nicho setorial Tendências para os próximos anos Gestão de documentos digitais e preservação de longo prazo (padrão OAIS) em alta nas instituições públicas e privadas Conformidade com LGPD e LAI amplia demanda por arquivistas especializados em compliance documental Adoção acelerada de sistemas GED/ECM e inteligência artificial para classificação automatizada de documentos Digitalização de acervos históricos como política pública (Programa Nacional de Digitalização do Arquivo Nacional) Crescimento de vagas no setor de saúde para gestão de prontuários eletrônicos e registros hospitalares Mitos e verdades Mito Arquivista é o mesmo que técnico de arquivo ou office boy de documentos Arquivista é profissão de nível superior regulamentada pela Lei n° 6.546/1978, com atribuições privativas de planejamento, organização e direção de serviços arquivísticos. Técnico de Arquivo é nível médio, com funções auxiliares distintas. Mito Com a digitalização, o arquivista está desaparecendo A transformação digital ampliou a demanda pelo arquivista, que passou a atuar em preservação digital, sistemas GED/ECM e conformidade com LGPD e LAI.
Documentos digitais também precisam de gestão arquivística especializada. Verdade A maioria das vagas de Arquivista está no setor público Tribunais, universidades federais, arquivos nacionais e estaduais e prefeituras são os maiores empregadores da categoria, com acesso predominantemente via concurso público. Mito Não é necessário registro profissional para exercer a arquivologia O Decreto n° 82.590/1978 exige registro na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) para o exercício legal das atividades privativas de Arquivista.
Como começar 1Ingressar em curso de Bacharelado em Arquivologia (presencial ou EAD reconhecido pelo MEC)
2Realizar estágios em arquivos públicos, tribunais ou setor de gestão documental corporativa
3Registrar-se na SRTE após conclusão da graduação para exercício legal da profissão
4Dominar ao menos um sistema GED/ECM e os padrões de descrição arquivística (ISAD-G)
5Participar de eventos da área (CONARQ,
associações de arquivistas estaduais) e construir rede profissional
6Para o setor público: preparar-se para concursos de Arquivista em tribunais, universidades federais e ministérios Quem já trabalha na área “Entrei no Arquivo Nacional como estagiária durante a graduação na UnB e fui efetivada após concurso. O que mais me surpreendeu foi a relevância estratégica do cargo: documentos históricos e administrativos são a memória institucional do país, e o arquivista é quem garante que essa memória seja acessível e preservada.” Fernanda RochaArquivista Júnior Brasília-DF “Depois de 5 anos em arquivo universitário, migrei para o setor privado como consultor de implantação de GED.
A LGPD abriu um mercado enorme: empresas de saúde e financeiras precisam urgentemente organizar seus documentos. Hoje ganho bem acima da média e trabalho de forma híbrida.” Carlos MendonçaEspecialista em Gestão Documental
São Paulo-SP “Formei-me na UFPE e passei em concurso para o Tribunal Regional Federal. O diferencial que me colocou à frente nos processos seletivos foi dominar a tabela de temporalidade e conhecer o SEI a fundo. Arquivologia é uma área que exige precisão técnica, mas oferece estabilidade e crescimento consistente.” Luciana AmaralCoordenadora de Arquivo e Documentação
Recife-PE Perguntas frequentes O que faz um(a) Arquivista no dia a dia? O arquivista planeja e implementa sistemas de classificação de documentos, elabora tabelas de temporalidade, coordena digitalização de acervos, preserva documentos físicos e digitais, garante o cumprimento da Lei de Acesso à Informação (LAI) e da LGPD, e atende demandas de acesso de pesquisadores, cidadãos e gestores. No setor público, atua em arquivos nacionais, tribunais e universidades; no setor privado, em gestão documental corporativa e compliance.
Quanto ganha um(a) Arquivista (início/média/sênior)?
Segundo
Salário.com.br (CBO 261305, consulta em 2026), a média geral estimada é de R$ 3.400, com faixa Júnior em torno de R$ 2.606 e Sênior acima de R$ 4.800. Profissionais no setor público, especialmente em tribunais e arquivos federais aprovados em concurso, costumam receber acima dessas faixas. A remuneração cresce com especialização em GED, preservação digital e gestão de compliance.
Precisa de registro profissional para ser Arquivista? Sim. O Decreto n° 82.590/1978, que regulamenta a Lei n° 6.546/1978, exige registro na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) para o exercício das atividades privativas de Arquivista.
O requisito é diploma de graduação em Arquivologia reconhecido pelo MEC, ou comprovação de experiência mínima de 5 anos ininterruptos na área. Não há conselho de classe próprio: o CONARQ é órgão governamental orientador, não regulador. Arquivista pode trabalhar de forma remota?
Parcialmente. Atividades como elaboração de instrumentos de pesquisa, análise de metadados, consultoria de gestão documental e trabalho em sistemas GED/ECM são compatíveis com home office. No entanto, tratamento de acervos físicos, digitalização presencial e atendimento em arquivos exigem presença.
O trabalho híbrido é cada vez mais comum no setor privado. Qual a diferença entre Arquivista e Bibliotecário(a)? Ambas são profissões da área de Ciências da Informação, mas com objetos distintos. O arquivista trabalha com documentos produzidos organicamente por instituições (provas de atividades administrativas, jurídicas, históricas), enquanto o bibliotecário organiza coleções bibliográficas para acesso e mediação da leitura.
O arquivista é registrado na SRTE; o bibliotecário, no CRB (Conselho Regional de Biblioteconomia).
Fontes
Lei n° 6.546/1978 — Regulamentação da profissão de Arquivista
Decreto n° 82.590/1978 — Regulamenta a Lei n° 6.546/1978
CONARQ — Conselho Nacional de Arquivos
Cursos de Arquivologia no Brasil — CONARQ
CBO 261305 — Arquivista (Ocupações.com.br)
Salários Arquivista 2026 — Salário.com.br Última revisão: 2026-06-02 Carreiras relacionadas Bibliotecário(a)Secretário(a) Executivo(a)Assistente Social Ainda na dúvida se essa é a sua profissão? Faça o teste vocacional gratuito →
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